Ter, 09 Nov, 10h05
O presidente da Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes), Edward Madureira, defendeu ontem o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) e minimizou a nova crise. Mas o secretário executivo Gustavo Balduíno não descarta a possibilidade de que algumas das 59 instituições ligadas à entidade desistam de usá-lo em seus vestibulares caso o calendário seja afetado.
"Somos usuários de um serviço do MEC (Ministério da Educação). Caso esse serviço não atenda às expectativas, não há razão para que ele continue a ser adotado", afirmou Balduíno. Ele ressalta que a decisão é das instituições. "Muitas baseiam o processo seletivo apenas no Enem. Outras, usam o teste para compor uma média. Da mesma forma que elas são livres para incluir o Enem, também são livres para deixar de usá-los, caso assim julguem necessário."
Madureira, que está em Maputo, Moçambique, disse que "não há elementos para que se tome medidas para suspender a prova". Para Balduíno, é cedo para qualquer providência. "Há algumas dúvidas, que vão além do problema das provas. Como denúncias do uso de celular. Precisamos checar se isso procede, conversar com o MEC." As informações são do jornal O Estado de S. Paulo
Li no site: http// www.yahoo.com.br
Comentando: É bem triste que uma prova tão importante quanto o ENEM ainda não seja tratada com o cuidado que merece, e os estudantes que prestaram essa prova sejam ainda prejudicados. Vamos esperar que os próximos anos nos mostrem que esses incidentes ocorrido nos últimos anos, foram apenas uma época de adaptação, e que o ENEM seja mais um processo seguro, como por exemplo, já é a eleição no Brasil.
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