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segunda-feira, 25 de outubro de 2010

Lítio: O petróleo do futuro e outras curiosidades

Oi, bom dia! Segunda-feira, semana todinha pela frente!
Na verdade, a semana começa no domingo, pois já nos despedimos do descanso e começa os preparativos (nem que sejam psicológicos) para a semana (escola/trabalho/ tarefas).
E, como diria um amigo, quando a gente escuta a vinheta: "É fantástico!" é que a ficha cai... rs
Ontem, eu assisti no Fantástico uma matéria sobre a reserva de Lítio no deserto de sal "Solar do Uyuni - Bolívia".
De acordo com a reportagem (veja no fantastico.globo.com de 24/10/10), em 40 anos, 50% dos carros
novos serão elétricos ou hídridos (aqueles que usam bateria de lítio e combustíveis, uma espécie de novo
bicombustível). Ambos usarão o lítio.
Também de acordo com a reportagem, 50% da reserva mundial de lítio está nesse deserto de sal, na Bolívia.
Mas, por que o lítio? Se vocês lembrarem das aulas de química, saberão que ele é um metal alcalino, o menor deles, já que é o primeiro do segundo período, Z=3, e é duas vezes menos denso que a água.
De acordo com a wikipedia (wikipedia.com.br) as baterias de íons de lítio são recarregáveis, podendo armazenar o dobro de energia que uma bateria de níquel (NiMH) e o triplo da de níquel-cádmio (NiCd), que era até recentemente usada em celulares. Uma outra vantagem da bateria de íons de Lítio é que ela não vicia, ou seja, você não precisa que a primeira recarga seja completa. O lítio também é produzido no Brasil, mas apenas 430 t/ano, o que representa 1,3% das reservas mundiais.                                                      (veja o site: planetasustentável.abril.com.br/noticia/desenvolvimento/conteudo_428072.shtml) 
Ah, sim e para os curiosos, o lítio foi descoberto em 1818, num minério (petalita) descoberto pelo brasileiro José Bonifácio de Andrada e Silva, o mesmo dos livros de história. Ele trabalhou até com Lavoisier, gente!
E o lítio também é utilizado em medicamentos, principalmente para problemas neuropsiquiátricos, com a depressão por exemplo, e em marcapassos.
É isso aí, Biologia, Física e Química juntas outra vez!

terça-feira, 19 de outubro de 2010

Asfalto Verde! Substituição do Petróleo por óleo vegetal!

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Bom dia, lendo meus artigos de toda manhã, encontrei mais essa novidade, 
as coisas estão mudando e rápido... é bom ficarmos informados!
Ao estudar os efeitos da adição de óleo vegetal ao asfalto comum, um engenheiro 
norte-americano pode ter descoberto um asfalto verde, um possível substituto para
 o asfalto à base de petróleo.
O professor Christopher Williams, da Universidade do Estado de Iowa, estava
testando composições capazes de aguentar melhor as intensas variações de temperatura 
a que os asfaltos estão sujeitos, sobretudo no Hemisfério Norte, com nevascas severas
onde não nevava há anos, e verões que batem recordes de temperatura ano após ano.
Mas o resultado foi muito melhor do que o esperado - o asfalto não apenas assimila 
uma parcela maior de bio-óleo do que o esperado, como também sua qualidade 
aumenta muito, em condições de rodagem e em durabilidade.

Bioasfalto

Nasceu então o bioasfalto, cujos primeiros testes começaram a ser feitos neste mês. 
Os ganhos começaram a ser verificados já na aplicação, uma vez que o bioasfalto 
pode ser aplicado a uma temperatura menor do que o asfalto tradicional de petróleo.
Como esses primeiros testes serão focados na durabilidade e na resistência às
variações de temperatura, os pesquisadores escolheram uma ciclovia na própria 
universidade como laboratório.
O monitoramento sobre o bioasfalto será feito durante um ano, para cobrir todas as 
estações.
O professor Williams afirma que o bioasfalto permite que a mistura à base de petróleo
 seja substituída parcialmente por óleos derivados da biomassa de diversas plantas e
 árvores.

Pirólise rápida
O bio-óleo utilizado no bioasfalto é criado por um processo termoquímico chamado
 pirólise rápida, no qual talos de milho, resíduos de madeira ou outros tipos de biomassa 
são aquecidos rapidamente em um ambiente sem oxigênio.
O processo produz um óleo vegetal líquido que pode ser usado para a fabricação
de combustíveis, produtos químicos e asfalto.
O processo gera ainda um produto sólido chamado biocarvão - um carvão vegetal - que 
pode ser usado para enriquecer os solos e para remover gases de efeito estufa da 
atmosfera.


Data:19/10/2010

sexta-feira, 15 de outubro de 2010

Novo Material - Grafeno

Lendo as páginas iniciais da internet, sempre se encontra mais do que fofocas. Achei esse texto no dia 07 de outubro, na yahoo. É assunto científico, mas promete mudar a vida de muita gente, é apenas um resumo, mas deêm uma olhada!

Dois físicos russos trabalhando na Universidade de Manchester, na Inglaterra, receberam o prêmio Nobel da física por investigar as incríveis propriedades da folha de carbono ultrafina conhecida como grafeno, informou na terça-feira a Real Academia Sueca de Ciências.
Eles são Andre Geim, de 51 anos, e Konstantin Novoselov, de 36, que irão dividir o prêmio de aproximadamente 1,4 milhões de dólares.
O grafeno é uma forma de carbono na qual os átomos são organizados numa treliça de hexágonos achatados como uma cerca de galinheiro microscópica, na espessura de apenas um átomo.
Não se trata apenas do material mais fino do mundo, mas também do mais forte: uma folha do material, esticada sobre uma xícara de café, poderia suportar o peso de um caminhão acumulado num único ponto.
Entre suas outras propriedades, o grafeno é capaz de conduzir eletricidade e calor melhor do que qualquer outro material conhecido, e é completamente transparente.
Físicos dizem que ele poderá, eventualmente, rivalizar com o silício como a base dos chips de computadores, servir como um sensível material de monitoramento de poluição, aprimorar as televisões de tela plana e permitir a criação de novos materiais e testes inovadores de não-localidade, entre outras aplicações.
O grafeno é intimamente ligado a duas outras formas de carbono que geraram grande interesse nos últimos anos: os fulerenos, que são estruturas de átomos de carbono no formato de bola de futebol, e os nanotubos, que são folhas enroladas de átomos de carbono.
Sempre se pensou, porém, que uma folha essencialmente bidimensional de átomos de carbono seria instável e acabaria entortando ou dobrando.
Geim e Novoselov conseguiram criar as primeiras folhas de grafeno descascando-as de pilhas de grafite - o material do qual é feito o lápis - com o uso de fita adesiva.
A criação do grafeno teve origem no que Geim e Novoselov chamam de experimentos da "sexta-feira à noite", coisas loucas que podiam ou não funcionar.
Em um desses experimentos, Geim conseguiu levitar um sapo num campo magnético, o que lhe rendeu um IgNobel - uma paródia do prêmio oferecida a "pesquisas improváveis" - em 2000.
O trabalho com o grafeno surgiu do desejo da dupla de investigar as propriedades elétricas do grafite.
Para fazer isso, eles precisavam de pedaços muito finos, que eles inicialmente tentaram produzir cortando cristais de grafite, sem muita sorte.
Então, um técnico lhes mostrou como o grafite era limpo antes de ser observado num microscópio de corrente de tunelamento: descascando camadas dele com fita adesiva.
Seu primeiro artigo sobre o grafeno foi publicado na revista "Science", em 2004, depois de ser recusado pela "Nature". Um segundo artigo apareceu em 2005.
Desde então, segundo a Academia Sueca, "as pesquisas nessa área literalmente explodiram", produzindo um número crescente de artigos sobre o material, suas propriedades e possibilidades.
Graças à estrutura do grafeno, ele explicou, os elétrons que se movem através dele não agem como as bolhas de bilhar da física clássica, trombando de átomo em átomo, mas sim como ondas se movendo na velocidade da luz.
© 2010 New York Times News Service Tradução: Pedro Kuyumjian

sexta-feira, 8 de outubro de 2010

To chegando!

Oi,
Apesar de amar a tecnologia, nunca tinha feito um blog, então tudo é novidade! O que é muito bom, quer coisa melhor do que o cheiro de algo novo? Algum mais desafiador que enfrentar o desconhecido? Então, vamos começar esta jornada, com uma certeza pelo menos, vamos aprender muito juntos!
Sejam bem-vindos!